Educar para libertar – a pedagogia da liberdade… por Ulysses Remy (Casa da Liberdade)

Ulysses Remy tem 35 anos, é Engenheiro Agrônomo, Tecnólogo em Gestão Ambiental, Educador Ambiental e empreendedor.

Nosso colega do Instituto Casa da Liberdade (A Casa Liberal de Goiás) e do Jornal Hora Extra

Com a permissão do autor, oferecemos a você este excelente artigo do Ulysses, cuja leitura pela proposta que traz, recomendamos…

 

“Uma iniciativa de ativistas liberais em contribuir e conscientizar a sociedade na criação de seus filhos, livres da doutrinação ideológica na qual diferentes gerações foram sujeitadas e tiveram o pensamento e desenvolvimento pessoal limitado.”

 

Por ser um defensor da liberdade, hoje fujo das temáticas agrárias e ambientais para falar um pouco sobre educação e divulgar um contraponto ao sistema pedagógico brasileiro, falarei um pouco  sobre as iniciativas brasileiras que presam pela Pedagogia da Liberdade.  Afinal, sou pai e nos próximos anos terei a responsabilidade de formar o caráter de minha filha.  Então, aí vamos nós!

Que a educação brasileira se encontra em um estágio avançado de aparelhamento ideológico não é novidade a ninguém. O que não falta é ideologia em sala de aula. As aulas são voltadas a ideologia de gênero, combate ao lucro e ao empreendedorismo e ao combate a vitória por mérito. A décadas os profissionais da educação, em sua maioria os professores de escolas públicas, compactuam da pedagogia do oprimido de Paulo Freire. Uma visão de mundo relativista extremamente maléfica na formação do indivíduo, uma vez que o discurso é sempre lastreado na luta de classes marxista, criando eternas vítimas de um inimigo que na cabeça dos pedagogos esquerdistas deve ser ferozmente combatido, o que eles chama de “o capitalismo opressor”.

É nesse contexto que tal aparelhamento promovido por esses profissionais da educação, pedagogos militantes, sindicalistas e partidários esquerdistas, atacam e suprimem os valores familiares, muitas vezes também negligenciados pelos pais que em sua maior parte do tempo estão mais focados no sustento do lar do que na formação moral de seus filhos. Uma tática vil com um único objetivo, a instauração do socialismo, hoje travestido de progressismo cujo único objetivo é o cerceamento das liberdades individuais e manutenção do estado, o grande interventor e espoliador do indivíduo para a manutenção do estamento burocrático.

Por esse caminho, chegamos a realidade atual, adultos que ao invés de terem sido ensinados nas escolas matérias como português, matemática, ciências, biologia, tiveram a história e a geografia, principalmente a geopolítica, como disciplinas nas quais os pedagogos militantes fizeram questão de impor suas narrativas, fazendo com que crianças e adolescentes ignorassem fatores biológicos na discussão de gênero, colocando em seu lugar o sentimento de identificação, ou alimentando em nossas crianças que diferença na cor de sua pele o incapacita a ser um vencedor. Para o marxismo cultural o rico só o é em detrimento do pobre, ignorando o mérito, a assunção de riscos na atividade empreendedora e a desigualdade é fruto da exploração do trabalho alheio. O empreendedorismo na mente da comunidade da seita “freiriana”, é uma atividade diabólica e como a finalidade destes é sempre o socialismo e por fim o comunismo, todos deveriam ser empregados de uma economia fechada e centralizada nas mãos do estado.

Por essas e outras, chegamos ao nível superior com uma quantidade enorme de analfabetos funcionais que mal conseguem redigir dois parágrafos com coerência e coesão. Engenheiros que desconhecem matemática básica, péssimos profissionais de toda sorte, que no fim acabam desempregados e acumulando grandes dívidas, devido aos financiamentos estatais que realmente facilitaram o acesso de qualquer um ao ensino superior. Resultado de políticas públicas preocupadas muito mais na divulgação de estatísticas marqueteiras propagandeando quantidade, negligenciando a qualidade da educação fornecida na base, nos primeiros anos do individuo no ensino fundamental.

Diante deste triste cenário, uma luz surgiu no fim do túnel, a Pedagogia da Liberdade. Uma iniciativa de ativistas liberais em contribuir e conscientizar a sociedade na criação de seus filhos, livres da doutrinação ideológica na qual diferentes gerações foram sujeitadas e tiveram o pensamento e desenvolvimento pessoal limitado.

Em Goiás, a “Turminha da Liberdade” surgiu para quebrar os paradigmas instaurados pelo pensamento da pedagogia do oprimido. Criada pelo advogado brasiliense Giulliano Miotto hoje radicado em Goiânia e Presidente do Instituto Liberdade e Justiça. O projeto consiste em uma coleção de livros ilustrados que tem como pilares a Responsabilidade Individual, a Autoestima e a Produtividade. Visa levar a importância do desenvolvimento de determinados valores e virtudes na educação fundamental, com foco no fortalecimento das crianças como indivíduos.  “Com base nisto, o projeto quer levar para as nossas crianças esses valores (ou virtudes) que podem transformar o modo como elas se relacionam com o mundo. Nossos materiais e ações resgatam fundamentos essenciais da nossa vida em sociedade e ajudam na formação de crianças mais fortes e preparadas para a vida real. Tirando o foco da mentalidade coletivista para uma vida mais virtuosa” afirma Giuliano Miotto que tem percorrido todo o país e cativado entusiastas por onde passa.

Beba direto da fonte – saiba mais… https://www.jornalhoraextra.com.br/coluna/educar-para-libertar-a-pedagogia-da-liberdade-vem-ganhando-espaco-no-brasil/#.XXf1cv6uBTw.whatsapp

 

Ubirajara Ferreira, PIKI GO!

Compartilhe!
© 2019 Piki GO, Inc. All Rights Reserved